Existem dias em que passamos engolindo sapos, mas depois vomitamos trovões. A. B.
terça-feira, 6 de maio de 2014
domingo, 4 de maio de 2014
segunda-feira, 28 de abril de 2014
domingo, 27 de abril de 2014
sábado, 26 de abril de 2014
Nem todos estão preparados para serem servos, quanto mais para serem reis. A. B.
feat. Fabrício S. Sousa
quarta-feira, 23 de abril de 2014
segunda-feira, 21 de abril de 2014
sexta-feira, 18 de abril de 2014
terça-feira, 15 de abril de 2014
domingo, 13 de abril de 2014
terça-feira, 8 de abril de 2014
segunda-feira, 7 de abril de 2014
domingo, 6 de abril de 2014
segunda-feira, 31 de março de 2014
quinta-feira, 27 de março de 2014
quarta-feira, 26 de março de 2014
terça-feira, 25 de março de 2014
quinta-feira, 20 de março de 2014
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
domingo, 2 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
domingo, 5 de janeiro de 2014
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
sábado, 7 de dezembro de 2013
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
terça-feira, 26 de novembro de 2013
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
terça-feira, 12 de novembro de 2013
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
terça-feira, 5 de novembro de 2013
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
terça-feira, 29 de outubro de 2013
segunda-feira, 22 de abril de 2013
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
AMOR DE MÃE
Você sempre amou viver
Mas odiou ao me ver
Todos seus sonhos e pesadelos...
diante do meu ser
As coisas do passado
Na sua angustia presente
É fardo pesado
Neste dado de um lado
Sangue do seu sangue
E presente constante
Do amor da sua vida...
vida perdida
Nos seus braços o balanço
Daquela que quer ter
Um momento de descanso
Ou algo para esquecer
A mão que balança o berço
Tem a mão pesada
E a cada badalada
A reza de um terço
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
terça-feira, 25 de setembro de 2012
(se) FELIZES PARA SEMPRE (existisse)
Não haveria pôr do sol no paraíso
Não haveria o lado escuro da lua
Não haveria mágoa... nem minha
nem tua
E nem
haveria mais este rabisco
Brindamos com um drink
gelado no inferno
Porque você busca todo seu eu no
vazio
E eu ao seu lado... vazio
Formando um par interno
Quanto mais você sabe o que quer
Mais distante estará
Porque sabe que perderá
Tanto quanto puder
Se felizes para sempre existisse
Eu não seria uma história mal
contada
De uma vida repartida
Em mais de uma morada
E com a sua partida
Faria com que tudo não se repitisse
domingo, 2 de setembro de 2012
O Grande Mestre do Ódio
Com você aprendi
Quanto posso odiar
Através do amor
Desde quando te conheci
Seu amor tão livre
E espontâneo
Mas tão momentâneo
Forja de uma farsa
Como grandes comparsas
Você me deu tudo
Com o que ainda me iludo
Valores iguais
Porém distantes
De uma pessoa desleal
A todo instante
Estávamos felizes
Que poderíamos morrer
Pois você me vicia em deslizes
E agora sou eu que vou morrer... pra você
Você... Eu nem preciso do seu amor
Você é alguém que eu conhecia
Pela noite ou pelo dia
Mas agora me traz pavor
Faça do seu sol desenhado
Seu lugar preferido
Pois eu já terei partido
Rumo?
Sem destino...
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
ESTROFE
Eu sou uma lenda que nunca será contada
Um fantasma que nunca aparece
Mas entre em algumas preces
Minha presença será notada
Um fantasma que nunca aparece
Mas entre em algumas preces
Minha presença será notada
Deus... eu vou te contar uma história
Os mesmos lábios que beijam
São os mesmos lábios que ferem
Mesmo aqueles que nos rejeitam
São aqueles que nos querem
As coisas lindas
São aquelas que nos repelem
Aquelas que não refletem
Por serem tão íntimas
Busca dourada
De uma vida tão inflamada
Vista de uma costa
Tão pouco apreciada
Deus... só mais uma palavra
Eu não serei a última sílaba
De uma história... não contada
Os mesmos lábios que beijam
São os mesmos lábios que ferem
Mesmo aqueles que nos rejeitam
São aqueles que nos querem
As coisas lindas
São aquelas que nos repelem
Aquelas que não refletem
Por serem tão íntimas
Busca dourada
De uma vida tão inflamada
Vista de uma costa
Tão pouco apreciada
Deus... só mais uma palavra
Eu não serei a última sílaba
De uma história... não contada
domingo, 11 de março de 2012
segunda-feira, 5 de março de 2012
domingo, 26 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
terça-feira, 23 de agosto de 2011
segunda-feira, 20 de junho de 2011
O dom da depressão
Quanto mais penso
Mais se torna denso
Por mais que eu finja
Mais se torna cinza
Com o cérebro amarrado em correntes
Buscando encontrar alguma cor
O ser deprimente
Só encontra a dor
Sentenciado, abençoado ou mais um
Como poeira do universo
Resta-me escrever mais um verso
Sem um senso comum
Antes e depois sempre o mesmo
Criatura sem criador
Jogado a esmo
Falando palavras presas ao dissabor
A ruptura abrupta de uma mente
Cuja causa se faz distante
Faz-me chorar constantemente
Ora sorrindo, ora vagante
Haverá um dia
Em que as cores virão
Pode ser um dia de verão
Ou mesmo numa noite fria
O tradicional vazio no peito
Tem me encontrado como eleito
Mas onde bate um coração
Faz-se da força a emoção
P.S.: Para aquele que ler estas palavras seja consolado, porque não há mal algum que seja eterno.
Mais se torna denso
Por mais que eu finja
Mais se torna cinza
Com o cérebro amarrado em correntes
Buscando encontrar alguma cor
O ser deprimente
Só encontra a dor
Sentenciado, abençoado ou mais um
Como poeira do universo
Resta-me escrever mais um verso
Sem um senso comum
Antes e depois sempre o mesmo
Criatura sem criador
Jogado a esmo
Falando palavras presas ao dissabor
A ruptura abrupta de uma mente
Cuja causa se faz distante
Faz-me chorar constantemente
Ora sorrindo, ora vagante
Haverá um dia
Em que as cores virão
Pode ser um dia de verão
Ou mesmo numa noite fria
O tradicional vazio no peito
Tem me encontrado como eleito
Mas onde bate um coração
Faz-se da força a emoção
P.S.: Para aquele que ler estas palavras seja consolado, porque não há mal algum que seja eterno.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Excesso de ser em você
Tudo é bom quando é excessivo.
Marquês de Sade
Do meu excesso em te querer
Acabei por me perder
Sem mesmo antes de ter me encontrado
Agora estando ao seu lado
Paixão viva
Sem oração explicativa
Conduzida pela sensação
De estar no melhor lugar
Segurando sua mão
Fixando meu olhar
No seu olhar
É que nada e ninguém é mais importante
Nesta vida agora toda envolvida
Que seu toque deslizante
Naquilo que um dia foi ferida
Sobre meu corpo transpirante
A.B.
Tudo é bom quando é excessivo.
Marquês de Sade
Do meu excesso em te querer
Acabei por me perder
Sem mesmo antes de ter me encontrado
Agora estando ao seu lado
Paixão viva
Sem oração explicativa
Conduzida pela sensação
De estar no melhor lugar
Segurando sua mão
Fixando meu olhar
No seu olhar
É que nada e ninguém é mais importante
Nesta vida agora toda envolvida
Que seu toque deslizante
Naquilo que um dia foi ferida
Sobre meu corpo transpirante
A.B.
terça-feira, 19 de abril de 2011
quinta-feira, 17 de março de 2011
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
sábado, 25 de dezembro de 2010
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Assinar:
Postagens (Atom)






